Entrevistas

Júlia Marques, O Estado de S.Paulo

10 de agosto de 2019 |

..."Outros países estão à frente em propostas para um envelhecimento ativo – seja com a criação de residenciais estruturados ou com iniciativas para permanência em casa. “Nos Estados Unidos, idosos moram por opção em condomínios, têm amigos, fazem festas, usam campos de golfe”, exemplifica Inês Rioto, do Conselho Estadual do Idoso de São Paulo. 

No Porto, em Portugal, um programa prevê a hospedagem de universitários em casas de pessoas com mais de 60 anos. Em troca do quarto, o jovem oferece sua companhia. 

Envelhecimento saudável: 5 dicas para sair do isolamento"

  • Perceba os indícios. Sinais como isolamento, dificuldade de sair ou fazer tarefas por conta própria podem ser indícios de que um acompanhante é bem-vindo para o idoso. 

  • Pesquise os serviços. Antes de contratar um assessor, busque indicações. Especialistas recomendam que o profissional tenha formação sobre o envelhecimento. 

  • Não abra mão do diálo...

Por Inês Rioto, pesquisadora em alternativas de moradias para pessoas idosas - Jornal Zero Hora- RGS.

"Todo ser humano tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado", diz a ONU

O direito à moradia está na Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU-1948): "Todo ser humano tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado". Moradia é um dos oito aspectos do Projeto Mundial Cidade Amiga do Idoso, desenvolvido por Alexandre Kalache, na OMS (2005).

Nos relatos dos idosos nas mais de mil cidades em 41 países que fazem parte do Programa Cidade Amiga dos Idoso, moradia é considerada item de segurança. No Brasil, dentre as alternativas de moradias, destacam-se: em políticas públicas estaduais, o Estado de São Paulo com a Vila Dignidade (2009), em 18 cidades. São vilas de casas voltadas para idosos de baixa renda, com até dois salários mínimos. Recebem as casas mobiliadas e não pagam agua e luz. Nos mesmo moldes, a Ci...

Júlia Marques, O Estado de S.Paulo 10 de agosto de 2019

Comuns no exterior, os concierges auxiliam aqueles com mais de 60 anos em atividades cotidianas; proposta é dar autonomia e evitar isolamento. Em uma empresa, o pacote de 3 horas com o idoso, 2 vezes semana, tem mensalidade de R$ 890

Sempre que precisa ir ao médico para um exame nos olhos, Amarylis Ferreira, de 80 anos, tem companhia. Mas não da filha ou de um neto. Quem a ampara é uma “concierge”. A palavra francesa é requintada, mas revela uma necessidade corriqueira: a de evitar a solidão e proporcionar autonomia a idosos saudáveis no cenário de aumento da longevidade no Brasil. 

Ela faz toda parte que minhas filhas fariam se não tivessem de trabalhar. Ajuda a entrar no carro, ouve o que o médico tem a dizer para ver se não esqueço nada”, conta Amarylis. “Não é uma pessoa que fiscaliza, mas ajuda a ter noção do que está acontecendo. A gente sente que está mais dona de si.” 

Difundidos no exterior, em países como Inglaterra e E...

                                                                             Inês Rioto foi a convidada do 50 Mais CBN. Foto: Clara Marques/CBN

                                                 https://m.cbn.globoradio.globo.com/media/audio/265761/onde-vamos-morar-aos-80-anos.htm

Maioria dos brasileiros acredita que vai viver 80 anos ou mais.

É o que mostra o estudo 'Longeratividade', feita pelo Instituto Locomotiva. A diretora de pesquisa do instituto, Carolina Nacle, revela que no último levantamento, entre os membros da população com mais de 50 anos, apenas 10% se consideram velhos.

Entre as alternativas de moradias estão os grandes Residencias,com variação de valores que segundo a opção de mo...

Espaço: lançamento da Plataforma Plenae - 17/05/2018

Entrevista:  Prof. Dr. Alexandre Kalache 

Entrevistadas: Inês Rioto & Aurea Barroso
 

                                                              https://www.youtube.com/watch?v=4PSF4X6FP-I

Como Será? O programa tem apresentado a serie 60+ E hoje falou sobre acessibilidade, dentre os convidados o especialista e referência mundial:

O consultor em vários países sobre envelhecimento Prof Dr KalacheInês Rioto entre outros convidados da área.

Programa exibido pelo Rede Globo, com a jornalista e apresentadora: Sandra Annenberg.

Link: https://globoplay.globo.com/v/6567660/programa 10/03/2018

VÍDEO NA PÁGINA DO FACEBOOK SEM CENSURA:

https://www.facebook.com/semcensuratv/videos/1502182679901644

Na pauta do Sem Censura desta quinta-feira (28/12): moradias para idosos, porta-bandeira de escola de samba, música e política.

A apresentadora Katy Navarro recebe Vilma Nascimento, considerada uma das maiores porta-bandeiras do carnaval carioca.  Ela ganhou uma exposição em sua homenagem na quadra da Portela.

Inês Rioto é professora aposentada, gerontóloga e conselheira do Conselho Estadual do Idoso de São Paulo. Ela organizou o livro “Onde morar quando envelhecemos? Alternativas de moradia” e fala sobre o tema.

http://tvbrasil.ebc.com.br/sem-censura/2017/12/alternativas-de-moradia-para-idosos-e-tema-do-sem-censura

 

Do início dos anos 90 para cá, o número de pessoas com mais de 60 anos dobrou no Brasil. Segundo a última pesquisa do IBGE, os brasileiros com mais de 60 anos somam 23,5 milhões. E o número de crianças de até quatro anos era de apenas 13.3 milhões em 2011. A cada censo, comprova-se que as famílias têm tido menos filhos e mais tarde. Que espaço os idosos ocupam na vida dos jovens? São excluídos ou acolhidos? Interagem ou é cada um para o seu lado? 

Entrevistada: Inês Rioto, fala sobre a questão do Idoso na TV Câmera, acompanhe o programa:

Site TV Câmera:

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/materias/CAMARA-LIGADA/535520-DESCONEXAO-ENTRE-GERACOES.html

Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=l8bhh7P-G7I

Nascida a 10 de novembro de 1952, em Santo André, o grupo escolar estudou no Colégio São José, o ginásio e o normal no Colégio Américo Brasiliense, era atleta pela escola, jogava handball e nadava.

Após concluir o curso normal você tornou-se professora?

Após concluir o normal, prestei o vestibular e entrei na faculdade de educação física. A professora do colégio onde estudei adoeceu, fui convidada a lecionar educação física em substituição a ela. Quando dei aula eu tinha dezessete a dezoito anos e meus alunos a minha idade. Formei-me na FEFISA- Faculdade de Educação Física de Santo André. Naquela época o professor de educação física podia lecionar educação física, lecionar em clube, exercer o esporte profissional. Hoje é diferente, na faculdade o aluno direciona para que área vai atuar.

Como atleta, você disputava campeonatos em que área?

Disputei pela natação vários campeonatos. Eram campeonatos muito famosos, disputados. Havia uma valorização muito grande do esporte pela escola e a própr...

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