Portugal

É já na próxima reunião de Executivo Municipal, no dia 27, que por proposta do vereador Fernando Paulo, será debatida a alteração ao Regulamento do Porto Solidário, destinado a famílias com maior vulnerabilidade e carência económica e social, e que incluem quatro grandes medidas: o alargamento do prazo de concessão do apoio para dois anos, a redução da taxa de esforço suportada pelos agregados para 25%, a possibilidade dos beneficiários se candidatarem novamente caso o prazo esteja a terminar, e apoio concedido a contar da data da submissão da candidatura.

A alteração, que nada tem a ver com a crise pandémica de COVID-19, estava já em elaboração há algum tempo e estende o programa criado em 2014, primeiro ano de mandato de Rui Moreira, que apresentou a ideia em campanha eleitoral em 2013.

Maior inclusão e maior segurança dos agregados familiares desfavorecidos são os aspetos na base destas alterações uma vez que, através do alargamento do prazo de concessão do apoio para 24 meses, as fam...

Maria Luisa Trindade Bestetti é arquiteta formada pela UFRGS em 1982, com mestrado e doutorado pela FAU USP (2002 e 2006), além de MBA em Gestão de Projetos pela FGV (2008). É professora doutora no Curso de Gerontologia da Universidade de São Paulo desde 2009, com disciplinas de Gestão de Projetos e Empreendedorismo na graduação e Habitação e Cidade para o Envelhecimento Digno no mestrado.

Requalificar as moradias de idosos de baixa renda poderia diminuir a procura pela assistência em saúde?

Muitas notícias sobre o excesso de pessoas nos hospitais públicos e centros de saúde denunciam que há problemas contextuais a serem estudados. A crise pela qual o país passa trouxe um contingente enorme de desempregados, gerando perdas no poder de compra das famílias e a consequente necessidade de economizar. Cortar gastos supérfluos geralmente não resolve situações com perspectivas cada vez piores, afetando os investimentos em educação e saúde, nesse caso, tornando a alimentação e a higiene mais pre...

Autor:Elisabete Soares (colaborador do idealista news)

04 março 2019,

O cohousing está ainda a dar os primeiros passos em Portugal, mas tudo aponta para que, dentro de poucos anos, seja uma forte realidade. As autarquias de Lisboa e do Porto, convencidas de que o futuro passa por este tipo de projetos, têm já algumas iniciativas pioneiras, ainda que de pequena dimensão. Do lado os investidores privados é considerada uma nova área de aposta e também as cooperativas querem participar neste novo conceito residencial. E há movimentos para que seja contemplado na nova Lei de Bases da Habitação.

Em fase avançada estão os projetos da Santa Casa de Misericórdia do Porto (SCMP). António Tavares, provedor da SCMP conta que um deles passa pela recuperação e reabilitação de "um antigo bairro destinado a mulheres viúvas", e o outro, será para “instalar num imóvel da instituição, localizado no centro da cidade”. Dentro de um ano e meio os projetos...

19 Março 2019

Realizada com colaboradores e utentes da Santa Casa, damos-lhe a conhecer a campanha que divulgará um dos projetos pioneiros associados ao programa Lisboa, Cidade de Todas as Idades: o RADAR​.

A campanha vai levar a história da Dona Maria até às televisões e às páginas de internet para dar a conhecer os objetivos, contactos e áreas de atuação do RADAR. Este "publicitar" do projeto - que, para além da Misericórdia de Lisboa, conta com a intervenção da CML, da PSP, do ISS, ​da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, da Rede Social e das Juntas de Freguesia da capital - é fulcral. Isto porque o mesmo surge de uma "necessidade identificada ao longo dos anos", necessidade essa que "desafia a Santa Casa e os seus parceiros" como explica Maria da Luz Cabral, coordenadora da Unidade Missão Santa Casa.

No terreno desde dezembro de 2018 - em 3 freguesias lisboetas (Ajuda, Areeiro e Olivais) - o RADAR tem-se revelado um sucesso junto do público a quem se destina, pois...

JN Premium

Alfredo Teixeira 13 Março 2019

Juntas de freguesia desdobram-se na criação de mais programas de apoio. Existem equipas no terreno a fazer levantamento da população idosa.

Isaura Barros Pinto tem 90 anos e recebe em casa o apoio da Obra Diocesana de Promoção Social, com centro social no Cerco do Porto. Se até há bem poucos anos os idosos viviam vigiados nos bairros sociais, devido aos laços estreitos de vizinhança, hoje a realidade é diferente. E tal como Isaura muitas outras pessoas vivem sozinhas e sem sair de casa há anos.

Não se sabe quantos são e, por ser uma população vulnerável e flutuante, os números dos últimos Censos de 2011 estão desatualizados. Nessa altura, havia 55 mil idosos no Porto, 60% deles a viverem sozinhos.

https://www.jn.pt/local/noticias/porto/porto/interior/porto-quer-saber-quantos-idosos-vivem-sozinhos-e-em-situacao-de-risco-10673267.html?fbclid=iwar2ejsziveex9ce8ufu2bn6bzdnvbc-wg8cgtexoxkezjft-ximgwadvoms

Please reload

Plenitude Ativa/Inês Rioto

Morar 60 mais - PNG.png

São Paulo/Brasil

Todos os direitos reservados

  • Facebook Social Icon
  • Twitter Social Icon
  • LinkedIn Social Icon