Publicações

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 Coordenação geral: Karla Giacomin

Considerando a Convenção Interamericana sobre a Proteção dos Direitos Humanos dos Idosos, bem como o estabelecido nos Princípios das Nações Unidas em Favor das Pessoas Idosas (1991), a Proclamação sobre o Envelhecimento (1992), a Declaração Política e o Plano de Ação Internacional de Madri sobre o Envelhecimento (2002), bem como os instrumentos regionais, tais como a Estratégia Regional de Implementação para a América Latina e o Caribe do Plano de Ação - 3 - Internacional de Madri sobre o Envelhecimento (2003), a Declaração de Brasília (2007), o Plano de Ação da Organização Pan-Americana da Saúde sobre a Saúde dos Idosos, Incluindo o Envelhecimento Ativo e Saudável (2009), a Declaração de Compromisso de Port of Spain (2009) e a Carta de San José sobre os direitos do idoso da América Latina e do Caribe (2012); World Report on Ageing and Health (2015) e ainda toda a legislação brasileira que assegura a Rede de Serviços de Prevenção, Assistência e Promoçã...

Ludgleydson Fernandes de Araújo e Henrique Salmazo da Silva (orgs.)

Na sociedade contemporânea, dentre as diversas formas de preconceito e exclusão, destaca-se a estigmatização de idosos e, principalmente, de pessoas que apresentam identidades que não se enquadram na heteronormatividade. Por conseguinte, o envelhecimento daqueles que se identificam como LGBT e suas variantes sofre uma dupla marginalização. Isso acarreta maior vulnerabilidade social, econômica e questões de saúde cujo atendimento é prejudicado pela não aceitação e falta de informação das equipes de atendimento e, às vezes, também dos próprios usuários. Entretanto, apesar de tudo isso, as sociedades avançam em favor da inclusão real desses cidadãos.

https://www.grupoatomoealinea.com.br/envelhecimento-e-velhice-lgbt-praticas-e-perspectivas-biopsicossociais.html?fbclid=IwAR1smembZZup5ImZsAo9dzHa62Z5RK5v6fyUVM2qGsTFxjlj4bGy9oFC3PM

A ideia do livro Diálogos sobre o Envelhecimento nasceu da proposta ousada de debater e refletir Educação, Saúde e Práticas no campo da Gerontologia. Para  além de uma produção acadêmica, trata-se da sistematização de vivências teóricas e práticas que poderão dialogar com estudantes, acadêmicos, gestores, públicos leigos, e profissionais que atuam em diferentes cenários do envelhecimento. Optou-se por essa formatação para abranger alguns dos desafios e das respostas sociais possíveis diante da transição epidemiológica e demográfica em curso no Brasil,tornando-o um dos países com maior número de idosos do globo terrestre.

Estima-se que até 2050, um quarto da população será composta por pessoas idosas, e as questões que emergem diante deste panorama são: Como articular recursos, ações e serviços para que o envelhecimento seja assistido e orientado? É possível orientar a formação de recursos humanos e a qualificação de serviços e da assistência em saúde para a promoção...

Entre o contingente de idosos existe uma alta proporção de mulheres idosas que moram sozinhas nos domicílios particulares unipessoais ou em domicílios com outros parentes ou agregados, mas sem a presença de um companheiro. A viuvez, por exemplo, é uma fatalidade que contribui para a maior presença de mulheres idosas sozinhas (BERQUÓ; CAVENAGHI, 1988). A alta porcentagem de mulheres idosas vivendo sozinhas foi algo denominado, no passado, de “pirâmide da solidão” (BERQUÓ, 1986). Porém, como morar sozinho não significa ser solitário, o chamado fenômeno da “pirâmide da solidão” deve vir escrito entre aspas, indicando apenas a existência de um crescente número de mulheres idosas sem cônjuges

Um dos desafios do processo de feminização do envelhecimento é possibilitar a criação de um espaço de convivência com o objetivo de motivar a participação das mulheres idosas no convívio social, evitando o isolamento e fortalecendo a autoestima e a autonomia feminina. A sociedade brasileira precisa sabe...

- Habitação e Cidade para o Envelhecimento Digno

Maria Luisa Trindade Bestetti e Bibiana Graeff (organizadoras

“Habitação e Cidade para o Envelhecimento Digno” é um trabalho coletivo que oferece aos leitores um panorama diversificado, com temáticas que ilustram os desafios relacionados à habitação digna na velhice em meio urbano. Abarca questões inéditas ou pouco presentes na literatura brasileira, tais como cidades acessíveis e caminháveis, moradias assistidas, condomínios, co-lares, centros de acolhida, instituições de longa permanência e centros-dia, sempre em relação à velhice e ao envelhecimento. Engloba reflexões de âmbito mais geral mas, também, estudos específicos sobre determinado bairro ou local. O conjunto da obra ganha relevância no cenário de envelhecimento populacional. Os artigos apresentados conjugam saberes de diversas áreas, tais como a Arquitetura, o Urbanismo, o Direito e as Ciências da Saúde, propondo-se a um diálogo no campo da Gerontologia, em vistas à promoção da...

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Plenitude Ativa/Inês Rioto

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