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 Design week- By Sarah Dawood April 30, 2019

Memory Lane: a ferramenta de inteligência artificial que pergunta às pessoas mais velhas suas histórias de vida.


A Accenture criou um software de inteligência artificial que pede às pessoas mais velhas e solitárias que se lembrem de suas vidas, que são então transformadas em uma biografia escrita e em áudio que podem ser transmitidas aos seus filhos.

A solidão nos idosos é um problema vivenciado em muitos países do mundo. Somente no Reino Unido, pesquisas recentes sugerem que cerca de 1,5 milhão de pessoas com 50 anos ou mais sentem-se sozinhas, enquanto a instituição Age UK estima que 3,6 milhões de idosos moram sozinhos e 2 milhões se sentem “ignorados ou invisíveis”.

O impacto não é sentido apenas na saúde mental dos indivíduos. Embora a solidão tenha sido associada a um risco aumentado de depressão e demência, ela também aumenta a probabilidade de estar fisicamente inativa, bem como as chances de visitar um médico ou um departamento ho...

House - The Elder Magazine - THE ELDER INTERVIEW

Norwegian start-up No Isolation, está em uma missão para reduzir a solidão e o isolamento social por meio da tecnologia. Concentrando-se nos grupos mais vulneráveis ​​à desconexão na sociedade, seus produtos incluem o KOMP - um computador de um botão que ajuda as pessoas a se conectar mais tarde com a família, que recentemente ganhou o prestigiado prêmio Smart Aging da UK innovation foundation. ,a co-fundadora da No Isolation, Karen Dolva, falou sobre o  potencial da tecnologia para enfrentar o desafio da solidão na era moderna.

"Somente identificando grupos que são vulneráveis ​​à solidão e trabalhando diretamente com eles para entender por que estão sozinhos e o que pode ajudar, podemos desenvolver soluções reais que funcionem a longo prazo"

A solidão entre os idosos tornou-se um problema de saúde pública. De acordo com a Age UK, 3,6 milhões de pessoas idosas no Reino Unido moram sozinhas, com 1,9 milhões relatando sentirem...


Agência FAPESP - Publicado em 27 de jun de 2019

A FAPESP lança hoje o Ciência SP, uma série semanal de vídeos que mostrará o impacto social e econômico de pesquisas científicas e tecnológicas. Neste episódio, veja como a ciência ajudou a melhorar a segurança de idosos na travessia de ruas.

MARCELO LEVITES é médico, clínico geral, coordenador do programa de longevidade do Hospital 9 de Julho, diretor da SOBRAMFA - Educação Médica e Humanismo, mestre em Educação e doutor em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP).

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Hoje vou iniciar uma série de textos a respeito da estreita relação entre robôs e os vovôs e as vovós. A ideia é discutir o quanto os robôs irão poder ajudar os mais velhos em tarefas cotidianas.

Amigos de lata que podem ajudar as pessoas a levantar objetos pesados, avisar um familiar quando há uma emergência médica ou até a fazer tarefas domésticas, como limpar a casa, por exemplo.

Esse assunto está ganhando corpo porque os especialistas estão preocupados com o constante e real envelhecimento da população mundial. Este ano, por exemplo, haverá mais pessoas acima dos 65 anos do que com menos de cinco anos pela primeira vez na história da humanidade. É muito assustador, não é mesmo?

E a preocupação é simples. Não haverá pessoas ma...

                                           Globo/ Como Será? Tecnologia é usada em instituições de longa permanência nos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, óculos de realidade virtual tem levado diversão e alegria para idosos de instituições de longa permanência. Vamos conhecer também um grupo de idosos extremamente engajado em novas tecnologias.

                                                                                   CEO da NexoData, Antônio Endrigo Foto: Reprodução

A tecnologia antes disponível apenas para serviços financeiros agora passa a fazer parte da realidade de pacientes. Essa é a proposta desenvolvida pela NexoData. Com ela, os médicos utilizam um prontuário eletrônico acessado através de internet em que cadastram paciente, prescrevem medicamentos e solicitam exames. 

Pela ferramenta, é possível escolher qual medicamento prescrever ao paciente, evitando escrever o nome errado ou utilizar uma concentração que não existe - sugerir 100mg quando só há medicamentos de 200mg disponíveis, por exemplo. Além disso, o serviço mostra quais remédios estão no mercado no momento e também alerta quando existe interação negativ...

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